quarta-feira, 18 de maio de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
MOMENTO DE REFLEXÃO
Quando tudo for pedra, a tire a primeira flor
Se tudo parecer escuro, se nada puder ser visto, acenda você a primeira luz, traga para a treva, você primeiro, a pequena lâmpada;
Quando todos estiverem chorando, tente você o primeiro sorriso; talvez não na forma de lábios sorridentes, mas na de um coração que compreenda, de braços que confortem;
Se a vida inteira for um imenso não, não pare você na busca do primeiro sim, ao qual tudo de positivo deverá seguir-se;
Quando ninguém souber coisa alguma, e você souber um pouquinho, seja o primeiro a ensinar, começando por aprender você mesmo, corrigindo-se a si mesmo;
Quando alguém estiver angustiado à procura, consulte bem o que se passa , talvez seja em busca de você mesmo que este seu irmão esteja;
Daí, portanto, o seu deve ser o primeiro a aparecer, o primeiro a mostrar-se, primeiro que pode ser o único e , mais sério ainda, talvez o último;
Quando a terra estiver seca, que sua mão seja a primeira a regá-la;
Quando a flor se sufocar na urze e no espinho, que sua mão seja a primeira a separar o joio, a arrancar a praga, a afagar a pétala, a acariciar a flor;
Se a porta estiver fechada, de você venha a primeira chave;
Se o vento sopra frio, que o calor de sua lareira seja a primeira proteção e primeiro abrigo;
Se o pão for apenas massa e não estiver cozido, seja você o primeiro forno para transformá-lo em alimento;
Não atire a primeira pedra em quem erra. De acusadores o mundo está cheio; nem, por outro lado, aplauda o erro; dentro em pouco, a ovação será ensurdecedora;
Ofereça sua mão primeiro para levantar quem caiu; sua atenção primeiro para aquele que foi esquecido; seja você o primeiro para aquele que não tem ninguém;
Quando tudo for espinho, atire a primeira flor; seja o primeiro a mostrar que há caminho de volta, compreendendo que o perdão regenera, que a compreensão edifica, que o auxílio possibilita, que o entendimento reconstrói.
Atire você, quando tudo for pedra, a primeira e decisiva flor.
FIQUE POR DENTRO
| Funcionários agridem cristãos e instauram 'falso' caso contra eles | ||
Waseem Shakir, um jornalista local cristão bem informado, alegou enquanto falava de Muzafarghar com a ANS em uma entrevista por telefone celular, que dois funcionários do departamento de taxas e impostos (E & T) estavam “aterrorizando persistentemente moradores cristãos da cidade cristã de Rawalaywala desde 20 de março”. Shakir, um leal defensor dos direitos dos cristãos no distrito de Muzafarghar, reclamou que ambos os funcionários do departamento de E & T pediram ilegalmente suborno de US$ 2.386 de cada família cristã por mês senão eles os poderiam envolver em casos de tráfico de drogas. Ele acrescentou que o número total de famílias cristãs residentes em Rawalaywala era de 200. O jornalista também alegou que ambos os funcionários do departamento de E & T tinham, em 24 de março de 2011, começado um “falso” processo de venda ilegal de bebidas alcoólicas contra um homem cristão identificado como Aslam Masih. Shakir disse que Masih era inocente. Falando sobre outra atrocidade triste e cruel infligida sobre as famílias cristãs pelos funcionários do departamento de E&T, Waseem Shakir alegou que em 4 de abril de 2011, policiais muçulmanos saquearam uma casa cristã na tentativa de extorquir o equivalente a US$239, ou cinco garrafas de bebida alcoólica, de uma família cristã pobre. Uma mulher cristã, identificada como Raymona Bibi, e seu filho Adnan Masih, não tinham álcool ou aquela quantia em dinheiro, “porque não eram vendedores ilegais de bebidas alcoólicas”. Fomos informados pelo jornalista local que quando eles disseram que não podiam pagar o suborno “[os funcionários do departamento] ficaram enfurecidos e começaram a espancar de uma forma bárbara o jovem e sua mãe.” Foi então que alguns cristãos de comunidade cristã de Rawalaywala fizeram um protesto contra as atrocidades infligidas aos cristãos por estes funcionários do departamento de E&T. Waseem Shakir disse a ANS que os cristãos gritavam slogans durante o protesto e então pacificamente dispersaram depois que alguns policiais que chegaram ao local disseram a eles que eles deveriam tomar ações legais contra os funcionários do departamento de E&T que espancaram a mulher cristã e seu filho e que também começaram um “falso” caso contra o homem cristão. Shakir acrescentou que uma investigação está sendo feita sobre a situação. Tradução: Cláudia Veloso | ||
domingo, 8 de maio de 2011
Deus procura verdadeiro adoradores
Deus procura verdadeiros adoradores
Hildebrando Diogo Valim Filho
No evangelho segundo o apóstolo João, no capítulo 4, nos versos de 5 a 30, encontramos um quadro maravilhoso, repleto de profunda inspiração, ensinamento e revelação divina. É impossível lê-lo sem que, de alguma forma, não sintamos o impacto das palavras por ele escritas.
Ali, encontramos o Senhor Jesus sozinho com uma mulher samaritana, iniciando um diálogo nada convencional para os costumes da época e fazendo revelações menos convencionais ainda: sobre si mesmo, sobre Deus, sobre o homem e sobre o relacionamento entre ambos.
Pano de Fundo: A Graça
Ao lermos este relato, não podemos deixar de perceber que ele se desenvolve sob o prisma da graça de Deus. Cada atitude, cada frase de Jesus evidencia a graça. Ela está presente na sua atitude de iniciar um diálogo particular com uma mulher pecadora e rejeitada, pedindo-lhe que o servisse (verso 7); está presente na revelação que ele faz de Sí mesmo como o dom de Deus (verso 10);como a água viva capaz de saciar a sede do ser humano (verso 14); como aquele que conhece todas as coisas pela sua oniciência (verso 18); como aquele que veio trazer salvação (verso 22) e revelar a paternidade (verso 23) e a natureza de Deus (verso 24); e está presente quanto ele, desvendando o propósito eterno do coração divino, revela a procura de Deus por verdadeiros adoradores (verso 23) e a maneira como a verdadeira adoração deve ser praticada (24).
Deve ser motivo de alegria e admiração vermos o Senhor Jesus fazendo tantas revelações a uma mulher considerada pecadora pela lei e rejeitada pela sociedade religiosa da época. E em todo o Seu diálogo Ele não dirige uma só palavra de censura ou de condenação a ela! É a graça vindo à pecadores miseráveis que nada merecem senão a condenação divina. E se não bastasse o ser perdoado e aceito em sua santa presença, ele ainda sussurra aos ouvidos pecadores coisas maravilhosas que o "olho jamais viu nem o ouvido jamais ouviu" (I Co 2:9).
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/10717/1/Deus-Procura-Verdadeiros-Adoradores/pagina1.html#ixzz1LPleDUsy
Hildebrando Diogo Valim Filho
No evangelho segundo o apóstolo João, no capítulo 4, nos versos de 5 a 30, encontramos um quadro maravilhoso, repleto de profunda inspiração, ensinamento e revelação divina. É impossível lê-lo sem que, de alguma forma, não sintamos o impacto das palavras por ele escritas.
Ali, encontramos o Senhor Jesus sozinho com uma mulher samaritana, iniciando um diálogo nada convencional para os costumes da época e fazendo revelações menos convencionais ainda: sobre si mesmo, sobre Deus, sobre o homem e sobre o relacionamento entre ambos.
Pano de Fundo: A Graça
Ao lermos este relato, não podemos deixar de perceber que ele se desenvolve sob o prisma da graça de Deus. Cada atitude, cada frase de Jesus evidencia a graça. Ela está presente na sua atitude de iniciar um diálogo particular com uma mulher pecadora e rejeitada, pedindo-lhe que o servisse (verso 7); está presente na revelação que ele faz de Sí mesmo como o dom de Deus (verso 10);como a água viva capaz de saciar a sede do ser humano (verso 14); como aquele que conhece todas as coisas pela sua oniciência (verso 18); como aquele que veio trazer salvação (verso 22) e revelar a paternidade (verso 23) e a natureza de Deus (verso 24); e está presente quanto ele, desvendando o propósito eterno do coração divino, revela a procura de Deus por verdadeiros adoradores (verso 23) e a maneira como a verdadeira adoração deve ser praticada (24).
Deve ser motivo de alegria e admiração vermos o Senhor Jesus fazendo tantas revelações a uma mulher considerada pecadora pela lei e rejeitada pela sociedade religiosa da época. E em todo o Seu diálogo Ele não dirige uma só palavra de censura ou de condenação a ela! É a graça vindo à pecadores miseráveis que nada merecem senão a condenação divina. E se não bastasse o ser perdoado e aceito em sua santa presença, ele ainda sussurra aos ouvidos pecadores coisas maravilhosas que o "olho jamais viu nem o ouvido jamais ouviu" (I Co 2:9).
Deus Toma a Iniciativa
Ao iniciar o diálogo, Jesus se apresenta como uma fonte a jorrar (verso 14). E como a água que sai da fonte e procura as partes mais baixas da terra para ali encher, Ele toma a iniciativa do relacionamento com a mulher pecadora pedindo-lhe: "Dá-me de beber". Ela não entende e então Ele lhe faz uma declaração maravilhosa: - "Se você conhecesse o Dom de Deus e se soubesse que é Ele quem te pede, você pediria e Ele te daria água viva". O Deus encarnado estava ali junto ao poço, ao lado da mulher necessitada, mas ela não sabia quem Ele era. Ela não podia vê-lo.
Esta cena é uma alegoria da história da humanidade e de nossa própria história pessoal. Deus é quem toma a iniciativa da nossa relação com Ele. Foi Ele quem se encarnou e veio até nos. Foi Ele quem veio buscar o que estava perdido (Lc 19:10). É Ele quem se aproxima do nosso coração e o toca. É Ele quem nos chama, nos regenera e nos dá a fé capaz de responder aos seus chamados. Todas as escrituras atestam para este fato. Ele estava no mundo, próximo á nós, mas não o reconhecemos (Jo 1:10). E como poderíamos? Nascemos em pecado e fomos concebidos nele (Sl 51:5). Sim, somos pecadores por natureza. E por causa do pecado vivemos na vaidade dos nossos próprios pensamentos, com nosso entendimento obscurecido, alheio à vida de Deus, na ignorância e na completa insensibilidade com respeito a Ele, por causa do coração endurecido (Ef 4:17 a 19).
Se conhecêssemos o Dom de Deus seríamos nós quem pediríamos: - "Senhor vem a mim!". "Dá-me de beber de Tua fonte de vida inesgotável!". Mas a nossa depravação, na qual nascemos, não nos permite vê-lo. Se conhecêssemos quem nos pede e quem bate à nossa porta, sairíamos ao seu encontro.Mas o pecado endureceu nosso coração e não nos permite percebe-lo, nem sequer deseja-lo. Por isso, em sua soberana graça, Deus toma a iniciativa em todas as Suas relações para conosco. Ele vem a nós e nos pede: - "Filho meu, dá-me o teu coração!"(Pv 23:26).
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/10717/1/Deus-Procura-Verdadeiros-Adoradores/pagina1.html#ixzz1LPmrrWUX
Ao iniciar o diálogo, Jesus se apresenta como uma fonte a jorrar (verso 14). E como a água que sai da fonte e procura as partes mais baixas da terra para ali encher, Ele toma a iniciativa do relacionamento com a mulher pecadora pedindo-lhe: "Dá-me de beber". Ela não entende e então Ele lhe faz uma declaração maravilhosa: - "Se você conhecesse o Dom de Deus e se soubesse que é Ele quem te pede, você pediria e Ele te daria água viva". O Deus encarnado estava ali junto ao poço, ao lado da mulher necessitada, mas ela não sabia quem Ele era. Ela não podia vê-lo.
Esta cena é uma alegoria da história da humanidade e de nossa própria história pessoal. Deus é quem toma a iniciativa da nossa relação com Ele. Foi Ele quem se encarnou e veio até nos. Foi Ele quem veio buscar o que estava perdido (Lc 19:10). É Ele quem se aproxima do nosso coração e o toca. É Ele quem nos chama, nos regenera e nos dá a fé capaz de responder aos seus chamados. Todas as escrituras atestam para este fato. Ele estava no mundo, próximo á nós, mas não o reconhecemos (Jo 1:10). E como poderíamos? Nascemos em pecado e fomos concebidos nele (Sl 51:5). Sim, somos pecadores por natureza. E por causa do pecado vivemos na vaidade dos nossos próprios pensamentos, com nosso entendimento obscurecido, alheio à vida de Deus, na ignorância e na completa insensibilidade com respeito a Ele, por causa do coração endurecido (Ef 4:17 a 19).
Se conhecêssemos o Dom de Deus seríamos nós quem pediríamos: - "Senhor vem a mim!". "Dá-me de beber de Tua fonte de vida inesgotável!". Mas a nossa depravação, na qual nascemos, não nos permite vê-lo. Se conhecêssemos quem nos pede e quem bate à nossa porta, sairíamos ao seu encontro.Mas o pecado endureceu nosso coração e não nos permite percebe-lo, nem sequer deseja-lo. Por isso, em sua soberana graça, Deus toma a iniciativa em todas as Suas relações para conosco. Ele vem a nós e nos pede: - "Filho meu, dá-me o teu coração!"(Pv 23:26).
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/10717/1/Deus-Procura-Verdadeiros-Adoradores/pagina1.html#ixzz1LPmrrWUX
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/10717/1/Deus-Procura-Verdadeiros-Adoradores/pagina1.html#ixzz1LPleDUsy
sábado, 7 de maio de 2011
Temos porém este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós. 2Co 4:7
2 CORÍNTIOS 4:7
Quero deixar aqui também outros dois versículos que falam deste tesouro, analisem os tais agora com esse entendimento!
“Porque, onde estiver o vosso tesouro, ali estará também o vosso coração.” Lucas 12:34
Que o seu coração esteja nos tesouros de Deus, em Sua Glória!
“O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração tira o mal, porque da abundância do seu coração fala a boca.” Lucas 6:45
Que você seja um homem bom, tirando o bem daquilo que Jesus nos ensina!!!
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